SOMOS TODES LGBTQIAPN+
QUE LUTEMOS!
QUE LUTEM!
Uma mensagem direcionada para coletividade por meio de diferentes expressões artísticas faz a gente refletir sobre nossas histórias, nossa sociedade, nossa comunidade; expandimos nossos relatos, amores, identificações, lutas, dores, língua, fala, histórias. REPRESENTATIVIDADE, ORGULHO, RESISTÊNCIA, AMOR E VERDADE.
Este é o objetivo: libertar a voz para alcançarmos mais vozes, nos unirmos, para nos protegermos, nos identificarmos, desconstruirmos e pôr em evidência tudo que nos AFLIGE, MATA. REPRESENTATIVIDADE, ORGULHO, RESISTÊNCIA, AMOR E VERDADE.
Vamos espalhar amor e suas nuances por meio da arte que, com suas diferentes linguagens, tem o poder de constituir novos significados para nossa história.
Por meio da arte, NÓS podemos transformar, salvar, ajudar, amar, quebrar preconceitos e dialogar com as pessoas da minha própria comunidade? Nossa cultura, linguaguem são tão diferentes assim? PRECISAMOS NOS RECONHECER, NOS AMAR, NOS APOIARMOS PARA NOS ORGULHARMOS E RESISTIRMOS ÀQUELES QUE QUEREM NOSSO FIM NESTA SOCIEDADE.
A linguagem é lugar de confronto ideológico. E sabemos. É a nossa arma.
Mesmo que queiram nos matar em silêncio.
LEMBRAR QUE SOMOS O SOM DA VIBRAÇÃO QUE ECOAMOS >>>>>>
RESISTA, PERSISTA >>>>>> DESVIANTES SOMOS SIM
É NA COLETIVIDADE QUE AS DIFERENTES EXPRESSÕES ARTÍSTICAS PODEM ATINGIR UMA MAIORIA QUE TAMBÉM PRECISA SER OUVIDA POR OUTRAS VOZES.
A ARTE EXERCE O PODER DE INTERVENÇÃO DIRETA DE TRANSMITIR LINGUAGENS, CULTURAS, IDENTIDADES QUE PRECISAM DE VOZ, DIREITOS E RESPEITO POR SER E EXISTIR NESTE MUNDO.
Raiva coletiva.
Mais uma mulher transexual morreu com menos de 40 anos, Lela Lavich era o nome dela. A discriminação contra o ser humano pelos seus corpos, pela sua identidade de gênero, cor, está nos eliminando e nos assombrando mais e mais, a morte cada vez mais se faz presente. Em defesa da nossa comunidade LGBTQIAPN+.
Sobreviver a realidade como cidadãos brasileiros exige que falemos, gritemos abertamente em nossa defesa, em defesa do grupo social a que pertençemos, em defesa da nossa comunidade. Tentar dar voz a diferentes histórias silenciadas que são a nossa história.
O ódio, VIOLÊNCIA, abuso, mentiras. Como animais, fomos e somos acuados, machucados, humilhados dentro de nossas casas, escola, igrejas, mercados, universidades, em qualquer rua, local, cidade, somos e vivemos assustados.
Persistimos, porque existimos, temos este direito.
Nosso orgulho e resistência nos dá voz, nos faz lutar pela nossa existência, por respeito. Encarar a injustiça é nossa luta.
TEMOS PRECONCEITO CONTRA SEMELHATES.
DÓI SABER DISSO EM MIM.
CAIR NA REAL CUSTA MENOS QUE O SANGUE DOS NOSSOS AMIGUES. QUE O TEU SANGUE. QUE O MEU SANGUE. >>>>>
DOUTORA LELA LAVICH, TEU ORGULHO E RESISTÊNCIA VIVERÁ PARA SEMPRE EM MIM. EM NÓS.
Tive que me entregar ao sentimento, ao amor mais profundo. Peguei desvios guiados pelo livro "Mulheres que correm com lobos", assim meu self selvagem transbordou neste estado de espírito; com a expressão da alma consegui fazer magia e exprimir sons, a cantar, a usar a voz da alma. Nossa alcateia estava unida cantando, chorando, rindo, lembrando, lutando, dormindo, resistindo ao som de Love. Somos todes love. (Broken Ink Bernini, meu romance (artista, tatuadora empresária, designer); Luciana Silveira, mãe (enfermeira) e Love/Nico (artista), a inspiração de “Love, eu também te love”, minha mano.
Texto de Tatiana Jimenes
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