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quarta-feira, 18 de outubro de 2023

DESVIO: Não importaa se menino, menina... // BROKEN INK

Amor. Nada mais impossível, belo, trágico e puro. Em busca para uma resposta encontrei ela, que seria desde sempre minha inspiração. 

Somos a verdadeira viajem no tempo, o impossível, o absurdo, o verdadeiro, o real. 

Conheci o amor há mais ou menos 16 anos. Nunca sabemos que o amor é amor. Ninguém sabe o que é realmente o amor. Mas eu sabia. Eu soube no primeiro dia. Eu sabia que havia encontrado o amor, e ao longo do tempo, eu ainda buscava por aquele sentimento tão verdadeiro que só poderia ser um fruto do meu subconsciente que romantizava tudo aquilo que era intocável e platônico.

16 anos atrás, o amor era uma garota de 16 anos que estava há 854km de didistância de mim. Eu nunca esqueci a forma como eu me sentia. Como se nada importasse. Enfim, eu tinha 17 anos. 

Nunca perdi o amor de vista. Prometi que nos encontraríamos, eu sempre cumpro minhas promessas. Quando a vi, toquei o amor pela primeira vez. Tinha forma, cheiro, toque. Eu sempre estive certa em acreditar no impossível. Nunca mais consegui imaginar minha vida sem ela, não porque precisava dela, mas porque éramos o melhor de nós juntos. Ela era o som, o ritmo e o sentimento. Ela era a pergunta, a resposta e o efeito. Meu amor hoje é uma mulher linda inteligente e feroz, que despertou em mim o motivo e a razão.

O amor é um som, um ritmo, uma cor. O amor é uma canção, é o som da sua voz, é a vibração que ecoa do seu riso. O amor é a forma gentil com a qual você toca minha alma olhando através de mim, é o encontro de duas essências que não estão juntas porque precisam se completar, e sim porque suas nuances brilham mais quando se fundem. É como se nunca tivesse existido outra vida em que não houvesse você ali. 

16 anos atrás, o amor era uma garota de 16 anos que estava há 854km de distancia de mim. Eu nunca esqueci a forma como eu me sentia.

E 16 anos depois, eu estava há 854km ao lado do que eu entendi que era amor. 


E foi mais ou menos assim que tudo se desdobrou mais uma vez. 

 

Na mesa de café da manhã, 12 anos, ela/ele me fitou e indagou: por que Broken?

Eu espantada com a pergunta complexa logo de manhã, porque BROKEN? Pensei eu, eram tantos os desvios que me tornaram Broken. Mas só consegui responder: porque eu sou Broken.

Ela: eu gosto de Love. – respondeu reflexiva.

Eu: então é Love.


Ali Love passou a existir. 

Passaram-se alguns dias. Era um amigo secreto. Natal. Meu amigo secreto era justamente Love. Eu não compreendia, mas sentia. 

Eu não conseguia nem descrever-la/le, então compus uma breve canção para revelar quem era meu amigo secreto, mas mais que isso, uma canção para dizer que eu também me reconhecia nele, e também o amava.

E cantei: Eu também te Love” E nesse verso cabia tantos significados e sentimentos. Eu sabia que era mais que uma canção. 

Tatiana me olhou, e nos encontramos naquela essência, naquela vibração verdadeira. Ali nossos desvios se cruzaram. E a partir daquele dia, aquela canção seria nosso elo mais real que unia todas nossas realidades e mundos onde o tempo era apenas um detalhe.

Um universo passava definitivamente a existir. Indo contra tudo que um dia foi dito impossível.

E o manuscrito criado em poucos minutos, se escondeu de nós, mas sei que ele está em algum lugar esperando ser encontrado. Ou não. 

Broken Ink Bernini

2023



LOVE, EU TAMBÉM TE LOVE


 


 

 


 

 

 

 

 

 


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