Por meio dela, da artista , que, há 16/17 anos, foi meu primeiro amor . Por meio de Broken meus olhos se abriram. Eu lia, compreendia, achava que sabia, mas a linguagem é múltipla e heteróclita, não? Como em Saussure, o pai da linguística, aquele livro que enfretei pela peimeira vez aos 17 anos, quando caí no curso de Letras: era ingles, alemão, depois latim, grego, português arcaico, versos alexandrinos, cantigas, epopeias, regras e línguas que mal lembro. Afinal, desde quando Tatiana seguiu as regras? Eu só fui, fiz, e continuo indo, pois "a vida é pra quem curte o desvio", canta em "Além de Cavalos", Letícia Letrux. ("Letrux em Noite de Climão" deve ser exaltado mil vezes). Desse parágrafo que expõe caminhos bem resumidinhos, são caminhos que me trouxeram até aqui, que me fizeram ser esse amontoado de linguagens verbais e não verbais. Eu exalto a mim, primeiramente, como nunca exaltei, a reconhecer que (como fui e sou chamada): a lésbica, que se jogou...