"A natureza da vida-morte-vida. Faz com que o destino, o relacionamento, o amor, a criatividade e tudo o mais se movimentem em coreografias amplas e selvagens, uma atrás da outra na seguinte ordem: criação, crescimento, poder, dissolução, morte, incubação, criação, e assim por diante. [...]"
É preciso reassumir o rio.
Leiam >>>> "Mulheres que correm com lobos" de Clarissa Pinkola Estés.
Há alguns meses >>>>>>
ESCREVO COMO MEUS DEDOS LOUCOS ESCREVEM
Incrível como em meio ao caos, a insônia, a perda, seguro uma taça de cristal e bebo uma bebida chamada ice-quente do meio-dia.
Não consigo escrever. Meia dedos estão dormindo já. Meu amor também, queria estar lá com você, mas não consigo me mexer.
Não consigo escrever. Meia dedos estão dormindo já. Meu amor também, queria estar lá com você, mas não consigo me mexer.
Eu realmente fui embora de casa, enfim. Não sinto mais nada. Era o que mais temia. Você mesmo não sente.
peroblue
É sexta-feira, Carnaval, e a sensação se repete. Hoje pelo menos me sinto um pouco melhor. Mesmo sem um cigarro, mesmo com uma cerveja gelada que não abro. Mesmo com o desvio a seguir >>>>>>É quase o momento de dizer adeus a esta casa que sonhei que seria nossa. Bonita por fora, planejada, aparentemente estruturada. Se alimenta bem. Não chora. Não é desgastada. Só por fora. Algumas pessoas demoram anos para apodrecer? Ou eu que acostumei com o que está oculto? O que ninguém atura. Só eu.
Uma grande vitória. Lavei a louça suja. Podre. Fétida. Sinto-me a criança mais abandonada. Todos ainda tem os pais (que mentira). Eu não tenho ninguém. Como pisquei assim. Sem fim. Nestes momentos de criação, não adianta, somos eu e você.
Achei que sempre teria SM. Mesmo que na minha imaginação. O quartinho verde, embates, meu Macondo. Depois os cachorros, as irritações de todos vocês, filhos, cristãos, puxadores de saco. Amigos que só queriam a parte errática de mim. Ser o Louco.
Não restou ninguém?
Eu
22
é preciso tornar-se mestre, 33.
2ª versão escrita em 17.04.233ª versão escrita em 23.07.23
HOJE, DIA 08.08.23, EU JÁ RENASCI.
Tatiana Jimenes
Eu realmente fui embora de casa, enfim. Não sinto mais nada. Era o que mais temia. Você mesmo não sente.
peroblue
É sexta-feira, Carnaval, e a sensação se repete. Hoje pelo menos me sinto um pouco melhor. Mesmo sem um cigarro, mesmo com uma cerveja gelada que não abro. Mesmo com o desvio a seguir >>>>>>
É quase o momento de dizer adeus a esta casa que sonhei que seria nossa. Bonita por fora, planejada, aparentemente estruturada. Se alimenta bem. Não chora. Não é desgastada. Só por fora. Algumas pessoas demoram anos para apodrecer? Ou eu que acostumei com o que está oculto? O que ninguém atura. Só eu.
Uma grande vitória. Lavei a louça suja. Podre. Fétida.
Sinto-me a criança mais abandonada. Todos ainda tem os pais (que mentira). Eu não tenho ninguém. Como pisquei assim. Sem fim. Nestes momentos de criação, não adianta, somos eu e você.
Achei que sempre teria SM. Mesmo que na minha imaginação. O quartinho verde, embates, meu Macondo. Depois os cachorros, as irritações de todos vocês, filhos, cristãos, puxadores de saco. Amigos que só queriam a parte errática de mim. Ser o Louco.
Não restou ninguém?
Eu
22
é preciso tornar-se mestre, 33.
2ª versão escrita em 17.04.23
3ª versão escrita em 23.07.23
HOJE, DIA 08.08.23, EU JÁ RENASCI.
Tatiana Jimenes
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